Viciado em Cinema e TV (A Sequela) por Nuno Cargaleiro

Março 31 2006

 

 

Eis a Canção que segundo os Beastie Boys deveria ter ganho o Óscar de Melhor Canção Original!... E se eles "rejeitam" uma canção rap, então de certeza que não é preconceito!...

publicado por Nuno Cargaleiro às 14:45

Março 30 2006
publicado por Nuno Cargaleiro às 11:23
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Março 30 2006

 



Andy Stitzer: I hope you have a big trunk... because I'm puttin' my bike in it.

Se por acaso perderam este filme, só existem duas explicações: ou não gostam de rir e anseiam vigorosamente o regresso do Super Bueréré às manhãs da Sic, ou então acham-se com tanta piada que gastam as economias todas a apanhar "bubas" todos os dias, de tal modo que quando quiseram ir ao cinema, notaram-se na mais plena falência!... Se por acaso viram, concerteza que tiveram a mesma reacção que a minha: mijaram-se a rir de tal forma que quando o filme terminou notaram uma dor estranha no maxilar, fruto de gargalhadas sem controle!... Porquê o meu entusiasmo a falar sobre este filme?... Porque é uma comédia inteligente, apesar de tudo fazer para não o parecer!... Inteligente na medida de como foi criada, produzida, e pela selecção de actores!... Isto é, fizeram o que deveriam fazer em todas as comédias!... Pegaram numa situação de "rídiculo" (o tal virgem aos 40 anos) e desenvolveram essa história, criando-lhe uma alma própria e ingénua (óptima interpretação de Steve Carell, que cada vez mais se demarca como um bom actor cómico - percebendo-se porque é que foi escolhido para o protagonista da versão USA de "The Office"), juntando-lhe um grupo de amigos diferentes e "desenvolvidos", uma fabulosa actriz para ser o seu contraponto amoroso (nota-se muito que eu adoro a Catherine Keener?...), e o bom senso para conduzir todos os ingredientes sem ele descambar numa porcaria (como é o caso do último filme - o quarto - da "série" American Pie) ou numa xaxada sem sentido nenhum (como é o caso de 75% da carreira da Meg Ryan). É este "equilíbrio" inteligente que faz com que todo o filme resulte e seja "credível" aos nossos olhos. É óbvio que é um filme que não é para levar muito a sério, mas não é um projecto superficial e "irresponsável". Quase que sou capaz de garantir que é um dos projectos que vai ficar como culto, até porque fala sobre uma história que pode ser entendida em qualquer tempo. Eu pelo menos sei que se o ver daqui a cinco anos, ainda vou-me rir como da primeira vez!... Óptimo filme de comédia, quem me dera que fossem todas produzidas e criadas com a "entrega" que nota-se que esta teve!...

Muito Bom
4 estrelas
publicado por Nuno Cargaleiro às 09:08
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Março 20 2006
publicado por Nuno Cargaleiro às 15:32

Março 20 2006




Sinceramente preferia o primeiro Poster!...

publicado por Nuno Cargaleiro às 13:35

Março 19 2006



Conceito

" O filme começa exatamente onde termina o jogo, mostrando o Red XIII e seus filhotes olhando para uma Midgar destruída e cheia de árvores, quinhentos anos depois do fim do jogo. Depois, ele volta 498 anos no passado para mostrar uma atividade dos Turks na qual algo sai errado. Então, temos uma breve recapitulação dos acontecimentos do jogo narrados pela Marlene. Neste retrocesso, ela fala que depois do Meteoro ter sido destruído pela Lifestream (um tipo de energia vital do planeta), varias pessoas contraíram uma doença misteriosa chamada Geostigma (síndrome da cicatriz do planeta), para a qual não era conhecida cura. A película nos mostra, então, Marlene tomando conta de Denzel, um órfão com Geostigma que mora com ela e outros órfãos, sob os cuidados de Tifa e Cloud. Tifa refez o seu bar "7th Heaven" e Cloud agora trabalha como entregador, mas por alguma razão, ultimamente ele tem se afastado de casa e não tem dado notícias. De repente, Cloud é atacado por 3 motoqueiros de cabelo prateado, olhos verdes e roupa de couro preta (igual a um certo vilão...), que o chamam de "nii-san" (irmão mais velho) e perguntam onde está a mãe deles. Durante a luta, Cloud sente uma forte dor no braço esquerdo e, por causa disso, quase é morto pelos monstros invocados pelos motoqueiros, que cancelam o ataque e vão embora. Cloud, então, parte para atender a um chamado de Reno, onde encontra um homem encapuzado numa cadeira de rodas que pede ajuda a ele e tem algumas respostas sobre os três mosquetei... digo, motoqueiros, cujo líder, segundo ele, se chama Kadaj. O que será que Kadaj e os outros têm a ver com Cloud? Que mãe é essa que eles tanto procuram, e com qual objetivo a buscam? E o que o Geostigma tem a ver com tudo isso?"

texto retirado do site www.animehaus.com.br



publicado por Nuno Cargaleiro às 13:36

Março 19 2006
publicado por Nuno Cargaleiro às 09:05

Março 18 2006


Nola Rice: I don't think this is a good idea. You shouldn't have followed me here.
Christopher Wilton: Do you feel guilty?
Nola Rice: Do you?


Se vos fosse dado a escolher, entre ser bom na vida ou ter sorte na vida, o que preferiam? Optariam pela "ilusão" de que aquilo que se obtem é a custo e mérito próprio? Ou preferiam aceita que existem situações que ocorrem de uma simples dualidade entre a sorte e o azar? Se assim fosse, estariam preparados para viver as consequências dessa mesma sorte?... Estas são algumas das questões que ocorrem durante este filme, no qual o argumento brilhantemente escrito por Woody Allen merecia ter recebido o Óscar de Melhor Argumento Original, não fosse o caso do autor ser estupidamente "persona non grata" nos EUA.

O conceito inicial da história é bastante habitual em filmes de Allen, um jovem ("Chris", antigo tenista profissional) entra por "acaso" no meio do circuito da classe alta de Londres, criando uma relação de amizade com um jovem que o dará a conhecer aos seus pais, e especialmente à sua irmã, com quem "Chris" estabelecerá uma relação amorosa. Com eles tudo corre bem, apesar de ele não ser como eles. Com eles, ele está seguro, apesar de viverem noutro mundo. Com eles, ele sente-se integrado, apesar de destacar-se. Com eles, ele tem futuro, apesar de viverem do mesmo passado. O contraste entre classes é fabulosamente demonstrado pelos pormenores mais subtis, sem nunca faltar ao respeito por qualquer das personagens.

A história só irá mudar de "rumo" quando "Chris" e Nola conhecerem-se. Sendo a "sua futura cunhada", Nola apresenta-se como uma figura semelhante a Chris, ou pelo menos, é isso que ele vê, e é isso que ele sente falta, e pelo qual acaba por sentir-se cada vez mais atraído!... É apartir desta relação amorosa que o rumo irá mudar, sem nunca ser incoerente, tornando-se num "thriller" sobre obsessão e desejo, onde a sorte e o azar competem entre si para "dar o próximo passo". O ritmo da narrativa é fluido, natural, e com a fabulosa habilidade de surpreender-nos, numa forma que em muito faz lembrar Alfred Hitchcock, embora Woody Allen seja sempre fiel ao seu estilo pessoal, não copiando de outros realizadores e géneros mas somente "bebendo" das suas influências!...

É espantoso como os EUA viraram costas a um dos seus melhores realizadores (Woody Allen), fazendo com o mesmo procurasse financiamento no Reino Unido. Allen já afirmou numa entrevista que apartir do momento que tentou financiadores noutro país conseguiu-os com a maior das facilidades. Por outro lado, isto permitiu representar uma Londres rica e cheia de pormenores, e associar ao projecto a imagem de classe alta londrina, que em vários aspectos é diferente da nova iorquina, a cidade original na primeira versão do guião!... Isso permitiu incluir um mundo com maior riqueza de costumes e "cultura", que permitiu desenvolver o conceito de contraste de classes sociais.

Quanto às interpretações, é de valorizar os três protagonistas: Jonathan Rhys Meyers, Scarlett Johansson e Emily Mortimer. Rys Meyers desprega-se completamente de outros papeis passados (como o caso de "Velvet Goldmine") com um forte imagem de ambiguidade sexual (feminino vs masculino) e usa a sua imagem para apresentar uma personagem com uma ambiguidade emocional muito forte (frio vs quente, alienado vs caloroso), "vítima" da sua própria sorte. O seu desempenho é um dos motores do filme, sendo determinante no sucesso do resultado final!... Johansson, por outro lado, é perfeitamente "a menina dos olhos do realizador", sendo ela o "elemento catalisador" de toda a acção. Encantadora e com uma maior maturidade na sua interpretação, consegue dar-nos uma perfeita ideia de que o facto dela chamar a atenção a muita gente é mais do que uma "moda", mas sim consequência de mérito próprio, e de uma entrega às personagens que interpreta. Scarlett incendia o ecrã quando surge, sendo ela a motivadora de uma das cenas mais arrepiantes do filme. Finalmente, Emily Mortimer é o elemento mais consistente e espantoso do filme. Não há cena em que a sua "Chloe" não transmita simpatia, empatia, perspicácia e a inocência "de quem vive numa frequência diferente". Esta combinação confere a Mortimer uma das personagens mais complexas (apesar da amparente superficialidade) e melhor compostas de todo o filme.

Filme poderoso, com uma narrativa viciante, subtil, coerente, fluída, e com interpretações que merecem toda a nossa apreciação. É um dos filmes do ano, e se justiça lhe fosse feita, teria sido pelo menos um dos nomeados para o Óscar de Melhor Filme.

Excelente
5 Estrelas

publicado por Nuno Cargaleiro às 12:10

Março 18 2006




Site oficial - BBC UK


Site Oficial - BBC US

"Se juntar três belas mulheres e três homens viciados em sexo numa mesma série, vai ficar a braços com...

Uma comédia excitante, atrevida, sensual e totalmente desinibida.

A maioria das pessoas pensa em sexo de seis em seis segundos. Se diminuir essa média para um segundo, o resultado é Ligações. Estas pessoas pensam em sexo, falam de sexo e por vezes até fazem sexo. E fazem isto tudo da maneira mais bizarra e hilariante possível. Ligações conta-nos a história de seis amigos na casa dos trinta ? com relações, formais, ou à procura de ter relações entre si ? envolvidos nas situações mais divertidas, comprometedoras e embaraçosas jamais vistas em televisão.

Steve (Jack Davenport) e Susan (Sarah Alexander) conheceram-se e começaram a sair juntos. Susan foi namorada de um dos amigos de Steve, Patrick (Ben Miles). Os outros personagens são Jane (Gina Bellman), Sally (Kate Isitt) e Jeff (Richard Coyle)."

texto retirado do site www.dvdpt.com



publicado por Nuno Cargaleiro às 10:23

Março 18 2006




Aviso

O clip apresenta um resumo do filme, se não quiserem ser surpreendidos vejam até a um terço ou metade. De qualquer modo, eu vou quer ver o filme quando surgir por estas bandas!...


Conceito do Argumento

"An orphaned girl, driven by poverty at such a young age, makes a promise with an enchantress. In return for beauty and the admiration of every man, she will never be with the man she loves. This spell cannot be broken unless the impossible happens: snow falling in spring and the dead coming back to life. Now a grown and beautiful princess, she regrets her promise, for all of the men she's loved has always been met with tragedy. In love again with a man behind a red armor and a golden mask who rescues her from death, she is tormented by their inevitable parting. Meanwhile, Kunlun, the slave of a great general, is searching for the lost memories of a family he once had. Soon the fate of these two intertwine when the princess believes the general to be her hero, thus pulling him into this web of fate. What end will befallen our three characters? Are their fates already sealed by a higher power, or can they still choose a life they want?"



publicado por Nuno Cargaleiro às 06:57

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