Viciado em Cinema e TV (A Sequela) por Nuno Cargaleiro

Maio 17 2007

 

 

 

E finalmente chegou!... Um dos projectos mais esperados... por mim, pelo menos!... Foi o filme que abriu o Festival de Cannes, que se iniciou hoje.

 

Eles puderam vê-lo completo, enquanto nós ficamos com um teaser trailer!... Paciência!

 

Porém, é um prazer completo poder sentir neste pouco mais do que um minuto que o espírito de Wong Kar Wai permanece intacto, mesmo numa produção nos EUA... A ter atenção e a ansiar entusiasticamente!...

 

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 22:57
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Maio 16 2007

 

 

Aproveitando a saída do novo album a solo da vocalista dos Cranberries, Dolores O'Riordan, o VCTV (Viciado em Cinema e Tv) relembra a colaboração da mesma na banda sonora do filme de Mel Gibson: A Paixão de Cristo.

 

Para os acompanham a evolução da cantora devem-se relembrar que Dolores O'Riordan já terá interpretado esta canção com Pavarotti nas suas iniciativas "Pavarotti e amigos". Desta vez, cantou sozinha, e o resultado é igualmente estupendo.

 

 

 

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 20:29
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Maio 16 2007

 

Snow Cake

 

 

Sinopse: "Bolo de Neve" é uma história de amor e amizade e de uma relação pouco ortodoxa entre um homem que foge ao passado, uma mãe autista que sofre pela morte da sua filha e uma mulher apaixonante que vive um amor à distância.

 

 Quando Alex (Alan Rickman) relutantemente decide dar boleia à jovem e energética Vivienne (Emily Hampshire), mal imagina que o mundo dele irá virar-se do avesso. Durante a viagem, eles sofrem um terrível acidente de automóvel e Vivienne tem morte instantânea.

 

Alex visita a mãe de Vivienne, Linda (Sigourney Weaver), e vem a descobrir que esta é autista; e mesmo compreendendo o sucedido, ela não demonstra qualquer emoção.

 

Aos poucos Alex começa a compreender e a sentir carinho por Linda mas à medida que o funeral de Vivienne se aproxima os segredos obscuros do passado de Alex emergem. Com a ajuda e compreensão de Maggie (Carrie-Anne Moss), e com a visão única de Linda em relação ao mundo, ele consegue reconciliar-se com o seu passado possibilitando-lhe o confrontar tanto da tristeza como do rancor que foram crescendo nele.

 

 

 

 

Zodiac

 

 

Sinopse: Entre 1960 e 1970 um assassino em série conhecido por "Zodíaco" actuou na baía de São Francisco matando indiscriminadamente cidadãos inocentes e atormentando a polícia e a imprensa com cartas, pistas e criptogramas. Dois polícias e dois jornalistas ficaram especialmente obcecados com o intrigante caso e decidem-no investigar a fundo chegando ao ponto de colocarem em risco as suas carreiras.

 

 

 

 

 

Ambas as sinopses retiradas do site 7º Arte (www.7arte.net)

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 19:39
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Maio 15 2007

  

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 20:06
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Maio 15 2007

 

 

 

Apesar de "Grindhouse" não estar a ter o sucesso esperado, a verdade é que Rodriguez não se preocupa muito com isso, e parece já definitivo a iniciativa de avançar o "falso" trailer de "Machete" para o cinema, numa longa metragem com todos os direitos que isso implica!... Ao que parece, ao filmar este primeiro "trailer", Rodriguez conseguiu ter já material para pelo menos um terço do total.

 

"Machete" fala de um assassino a soldo, a cargo de Danny Trejo (actor muito conhecido pelos papeís secundários de latino durão), que confronta exércitos e atrai todos os "rabos de saia", e da sua bela mota, equipada na frente com uma metralhadora e "depósito" de bastantes facalhões ("machetes"), que dão título ao filme!...

 

Para quem não viu, aqui fica também o trailer...

 

 

 

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 19:45

Maio 14 2007

 

 

 

Não percam este filme de vista... Tem obtido boas críticas e reacções no estrangeiro!

 

 

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 16:15
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Maio 13 2007

 

 

 

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 12:41
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Maio 12 2007

 

 

 

Sinopse: Paris, 2054. Todos os movimentos são monitorizados e registados, nesta cidade fechada e isolada do resto do Mundo por segurança. Quando uma das mais promissoras cientistas da maior empresa da cidade é raptada, é chamado Barthelemy Karas (Craig), um agente com fama de encontrar tudo a qualquer custo. À medida que vai avançando com a investigação, Karas fica com sensação de que não é o único no rasto da cientista, e todas as suas testemunhas acabam por morrer...

 

Sinopse retirada do site Cinema PT Gate (http://cinema.ptgate.pt)

 

 

 

 

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 11:11
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Maio 10 2007

  

 

 

 

Nota: Ainda falando sobre "Shortbus", o momento musical de hoje é dedicado aos últimos 5 minutos deste filme! Um dos momentos mais conseguidos musicalmente dentro deste projecto, é aconselhável que quem ainda não viu "Shortbus" não veja este clip!... Se decidirem ver, é à vossa responsabilidade!...

 

publicado por Nuno Cargaleiro às 10:23

Maio 10 2007

 

Tobias, the Mayor: New York is where everyone comes to get fucked. (...) New York is where everyone comes to be forgiven.

 

Falar de "Shortbus" sem falar no impacto inicial que nos provoca, é descorar um dos pormenores que fazem este filme ser tão frontal e honesto. Fruto de um intercâmbio e trabalho conjunto entre o realizador e os actores (e quebre-se aqui o possível mito que são não actores, pois confirmam-se, são actores, não conhecidos, e muitos cameos de figuras a fazer delas próprias), este filme apresenta-nos algumas histórias de personagens disfuncionais em Nova Iorque, onde o seu ponto comum passa pela necessidade de equilíbrio na sua vida, e busca da mesma nos vários cantos da sua vida, surgindo o local Shortbus como um símbolo desse "campo de batalha", onde cada um é livre de estar, experimentar, e exprimir-se pessoalmente, socialmente e sexualmente. Nesse sentido, "Shortbus" assume as várias dimensões das suas personagens, apresentando-os em cenas de sexo explícito, onde a ideia do pornográfico surge de imediato, mas que rapidamente de dilui para um entendimento, por parte do espectador, que aquilo que vê são momentos que cada um de nós pode viver na sua intimidade, sendo por isso natural, e onde o contraste entre as figuras tipo do filme, apesar da sua excentricidade, reproduzem anseios, dúvidas e desejos que são comuns a todo o ser humano.

 

Nos primeiro momentos, "Shortbus" choca o mais desprevenido, apresentando as personagens nos seus momentos mais pessoais: uma cena de sexo entre um casal, masturbação aliada a auto-felácio, e dominação sado-masoquista. Numa passagem onde as imagens multiplicam-se, intervelando entre cada uma das situações, o realizador e argumentista John Cameron Mitchell coloca-nos logo à prova. Para conseguirmos seguir o interior delas, temos de que olhar estas pessoas sem preconceitos, e assim, quem ficar na sala de cinema poderá assistir ao extrondoso espectáculo de "fogo de artifício" que revela ser este filme.

 

O mais interessante deste filme não reside nas histórias que apresenta, que se cruzam, influenciando-se muitas das vezes. Essas poderiam ser outros enredos completamente diferentes. Contudo, o esquema de evolução apresentado para o desenvolvimento da trama, e a associação entre percursos tão diferentes faz-nos considerar que no conceito principal, "Shortbus" fala-nos de amor, solidão, incapacidade de se entregar ou comunicar, disponibilizar em acreditar, nem que seja em si mesmo. A execentricidade deste enredo rapidamente se ultrapassa quando o pano cai, e revela que todos procuramos novas experiências, algo de novo, algo que signifique algo, uma solução (que nem que por um momento, daí a costante associação ao orgasmo) onde tudo faça mais sentido, e onde os nosso demónios interiores sejam ultrapassados com "orgulho"... Se pensarmos um pouco acerca disso, todos nós podemos identificarmo-nos com isso...

 

O ser humanos, como ser social, vive essa angústia dia à dia. Como que se fosse uma lâmpada em constante iminência de entrar em curto-circuito, vivemos cada vez mais na emoção do momento sem nos reconhecermos, e aí, a vida atravessa-nos sem que percebamos o quão à deriva se está.

 

"Shortbus" fez-me rir, emocionar e pensar sobre vários aspectos do quotadiano que tomamos por adquirido e correcto. Como se fossemos uma "personificação" da Alice no País das Maravilhas, todos tendemos em querer olhar para o outro lado do espelho, mas pouco conseguem alcançar nessa viagem a paz da auto-aceitação... Pois como diz numa das letras, duma banda sonora cuidada, "e é no fim que percebemos, que os nossos demónios interiores são os nossos melhores amigos"!

 

Muito Bom

4 Estrelas

publicado por Nuno Cargaleiro às 00:39
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